Gazeta do Povo
Com o objetivo de financiar as chamadas comunidades terapêuticas, destinadas à recuperação de pessoas viciadas em drogas, o governo decidiu revogar a Resolução 101/2001 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece regras mínimas a serem seguidas pelas unidades de tratamento.
A presidente pediu a formação de um grupo de trabalho para rever a legislação, para acolher mais comunidades que prestam o serviço de recuperação de viciados em drogas.
O pastor Wellington Vieira, que preside a Federação de Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil, disse que a decisão da presidenta serviu para tirá-los da clandestinidade. “Ela nos nos legitimou”, disse.
Fonte:UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
Viva Voz - SENAD - orientações e informações sobre dependência química
VIVA VOZ - Atendimento SENAD Site da OBID/SENAD - Secretaria Nacional Antidrogas - ligue direto para 0800 510 0015. Serviço gratuito de ajuda, orientações e informações, por telefone, sobre uso indevido de drogas. Você não precisa se identificar. Funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h.
DISQUE SAÚDE 0800 61 1997
Ministério da Saúde
Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900
Ministério da Saúde
Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900
Mensagem de Boas-Vindas
“... Ele morreu esta manhã, entre 11 e 12 horas, subitamente, ao entregar um número da Revue a um caixeiro de livraria que acabava de comprá-lo; ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra: estava morto...”
Paris, 31 de março de 1869.
domingo, 26 de junho de 2011
DIA INTERNACIONAL CONTRA O ABUSO E O TRÁFICO ILÍCITO DE DROGAS
O tráfico de drogas, uma vez visto em grande parte como um problema social e criminal, se transformou nos últimos anos em uma grande ameaça para a saúde e a segurança das pessoas e das regiões. O mercado de 61 bilhões de dólares anuais provenientes dos opiáceos afegãos está financiando a insurgência, o terrorismo internacional e uma maior desestabilização. Na África Ocidental, o comércio global de 85 bilhões de dólares da cocaína está agravando o vício e a lavagem de dinheiro, enquanto alimenta a instabilidade política e as ameaças à segurança. Cada bilhão de dólares em cocaína pura traficada através da África Ocidental gera mais de dez vezes seu valor quando vendida nas ruas da Europa.
Porque a ameaça é tão urgente, uma força-tarefa foi recentemente criada para desenvolver para o Sistema das Nações Unidas uma estratégia de coordenação e reforço das nossas respostas às drogas ilícitas e ao crime organizado, através de sua implantação em todas as atividades da ONU de manutenção da paz, consolidação da paz, desenvolvimento, segurança e desarmamento. Desta forma, as Nações Unidas podem integrar a luta contra o tráfico de drogas e outras formas de crime organizado na agenda da segurança e do desenvolvimento global.
O Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas deste ano é uma oportunidade para destacar a importância de abordar essas ameaças integradas por meio do Estado de Direito e da prestação de serviços de saúde. Nossa comemoração coincide com o 50º aniversário da Convenção Única sobre Entorpecentes de 1961.
Esta Convenção e os outros grandes tratados de controle internacional de drogas fazem mais do que ajudar-nos na luta contra o tráfico de drogas, pois protegem as pessoas vulneráveis através de uma vasta gama de atividades com as quais os Estados-Membros se comprometem, incluindo a educação e a prevenção, o tratamento da dependência, cuidados e reabilitação para usuários de drogas e apoio social.
Essas medidas são fundamentais, porque o uso de drogas, em sua essência, é uma questão de saúde. A dependência das drogas é uma doença, não um crime. Os verdadeiros criminosos são os traficantes de drogas.
Mas o lado da oferta é apenas metade da equação. A menos que a demanda por drogas ilícitas seja reduzida, nunca poderemos resolver totalmente o problema do cultivo, da produção ou do tráfico.
Os governos têm a responsabilidade de neutralizar tanto o tráfico como o abuso de drogas, mas as comunidades também podem dar uma contribuição importante. Famílias, escolas, a sociedade civil e organizações religiosas podem fazer a sua parte para livrar suas comunidades das drogas. As empresas podem ajudar a proporcionar meios de vida legítimos. A mídia pode aumentar a conscientização sobre os perigos dos narcóticos.
Podemos ter sucesso se reforçarmos nosso compromisso com os princípios básicos de saúde e direitos humanos, a responsibilidade compartilhada, uma abordagem equilibrada para a redução da oferta e da demanda e o acesso universal à prevenção, ao tratamento e apoio. Isso deixaria as comunidades livres da criminalidade e da violência associadas às drogas, os indivíduos livres da dependência de drogas e podendo contribuir para o nosso futuro comum, bem como um mundo mais seguro para todos.
Porque a ameaça é tão urgente, uma força-tarefa foi recentemente criada para desenvolver para o Sistema das Nações Unidas uma estratégia de coordenação e reforço das nossas respostas às drogas ilícitas e ao crime organizado, através de sua implantação em todas as atividades da ONU de manutenção da paz, consolidação da paz, desenvolvimento, segurança e desarmamento. Desta forma, as Nações Unidas podem integrar a luta contra o tráfico de drogas e outras formas de crime organizado na agenda da segurança e do desenvolvimento global.
O Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas deste ano é uma oportunidade para destacar a importância de abordar essas ameaças integradas por meio do Estado de Direito e da prestação de serviços de saúde. Nossa comemoração coincide com o 50º aniversário da Convenção Única sobre Entorpecentes de 1961.
Esta Convenção e os outros grandes tratados de controle internacional de drogas fazem mais do que ajudar-nos na luta contra o tráfico de drogas, pois protegem as pessoas vulneráveis através de uma vasta gama de atividades com as quais os Estados-Membros se comprometem, incluindo a educação e a prevenção, o tratamento da dependência, cuidados e reabilitação para usuários de drogas e apoio social.
Essas medidas são fundamentais, porque o uso de drogas, em sua essência, é uma questão de saúde. A dependência das drogas é uma doença, não um crime. Os verdadeiros criminosos são os traficantes de drogas.
Mas o lado da oferta é apenas metade da equação. A menos que a demanda por drogas ilícitas seja reduzida, nunca poderemos resolver totalmente o problema do cultivo, da produção ou do tráfico.
Os governos têm a responsabilidade de neutralizar tanto o tráfico como o abuso de drogas, mas as comunidades também podem dar uma contribuição importante. Famílias, escolas, a sociedade civil e organizações religiosas podem fazer a sua parte para livrar suas comunidades das drogas. As empresas podem ajudar a proporcionar meios de vida legítimos. A mídia pode aumentar a conscientização sobre os perigos dos narcóticos.
Podemos ter sucesso se reforçarmos nosso compromisso com os princípios básicos de saúde e direitos humanos, a responsibilidade compartilhada, uma abordagem equilibrada para a redução da oferta e da demanda e o acesso universal à prevenção, ao tratamento e apoio. Isso deixaria as comunidades livres da criminalidade e da violência associadas às drogas, os indivíduos livres da dependência de drogas e podendo contribuir para o nosso futuro comum, bem como um mundo mais seguro para todos.
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sábado, 18 de junho de 2011
O Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria abre inscrições
O Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria abre inscrições para os cursos oferecidos no segundo semestre de 2011, veja lista abaixo e acesse o site http://www.cepp.org.br/cursos.asp
________________________________________
Curso Dependência Química e Diversidade Sexual
Inscrição até 01/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 250,00
Período 23/07/2011 - 30/07/2011
Responsável Alessandra Diehl
________________________________________
Curso FUNDAMENTOS DA CLÍNICA DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 15/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 250,00
Período 17/08/2011 - 30/11/2011
Responsável Prof. Dr. Sergio Duailibi
________________________________________
Curso TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL APLICADA AO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 18/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 300,00
Período 02/08/2011 - 24/01/2012
Responsável Dra Neide Zanelatto
________________________________________
Curso ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS
Inscrição até 22/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 290,00
Período 05/08/2011 - 02/02/2012
Responsável Profº Dr Daniel Cruz Cordeiro e Isabel Ferreira
________________________________________
Curso A PRÁTICA DA ENFERMAGEM NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 29/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 200,00
Período 13/08/2011 - 19/11/2011
Responsável Marcia Fonsi Elbreder
________________________________________
Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo III)
Inscrição até 31/08/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 520,00
Período 02/09/2011 - 23/09/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
________________________________________
Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo IV)
Inscrição até 28/09/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 520,00
Período 30/09/2011 - 21/10/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
________________________________________
Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo V)
Inscrição até 26/10/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 455,00
Período 28/10/2011 - 16/12/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
Site http://www.cepp.org.br/cursos.asp
________________________________________
Curso Dependência Química e Diversidade Sexual
Inscrição até 01/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 250,00
Período 23/07/2011 - 30/07/2011
Responsável Alessandra Diehl
________________________________________
Curso FUNDAMENTOS DA CLÍNICA DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 15/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 250,00
Período 17/08/2011 - 30/11/2011
Responsável Prof. Dr. Sergio Duailibi
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Curso TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL APLICADA AO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 18/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 300,00
Período 02/08/2011 - 24/01/2012
Responsável Dra Neide Zanelatto
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Curso ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS
Inscrição até 22/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 290,00
Período 05/08/2011 - 02/02/2012
Responsável Profº Dr Daniel Cruz Cordeiro e Isabel Ferreira
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Curso A PRÁTICA DA ENFERMAGEM NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Inscrição até 29/07/2011
Valor Inscrição R$ 50,00
Mensalidade R$ 200,00
Período 13/08/2011 - 19/11/2011
Responsável Marcia Fonsi Elbreder
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Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo III)
Inscrição até 31/08/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 520,00
Período 02/09/2011 - 23/09/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
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Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo IV)
Inscrição até 28/09/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 520,00
Período 30/09/2011 - 21/10/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
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Curso CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM TRANSTORNOS ALIMENTARES (Módulo V)
Inscrição até 26/10/2011
Valor Inscrição R$ 0,00
Mensalidade R$ 455,00
Período 28/10/2011 - 16/12/2011
Responsável Dra. Angélica de Medeiros Claudino
Site http://www.cepp.org.br/cursos.asp
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Diadema lança Plano de Enfrentamento ao Crack
Diário do Grande ABC
A Prefeitura de Diadema lançou dia 17/06/2011, o Plano de Enfrentamento ao Crack, com presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no Teatro Clara Nunes.
O projeto consiste na implementação de política de redução de danos para os usuários da droga. Para tanto, todas as secretarias foram envolvidas, para atuarem de maneira integrada, e uma campanha foi elaborada com o slogan A droga é uma roubada fácil de entrar, mas difícil de sair. Para reforçar o trabalho, foi criada cartilha com o mesmo nome, que será distribuída em Unidades Básicas de Saúde, escolas e entidades, entre outros.
A partir de julho, usuários de crack já sentirão as ações do plano. Uma delas é a instalação de dois consultórios de rua, que chegarão nos locais onde a droga é consumida.
"O objetivo é fazer contato e oferecer apoio, como banho e comida. Eles perdem o vínculo e as referências. Ações como essa têm sido mais eficazes do que a internação. Depois de recuperados, voltam às ruas. É preciso tratá-los em seu ambiente", explicou a secretária Aparecida Linhares Pimenta, de Saúde.
O Caps-AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), que atualmente funciona das 8h às 17h, manterá portas abertas durante 24 horas, com seis leitos disponíveis.
Outro ponto abordado no programa é a capacitação dos funcionários da rede municipal para atendimento aos usuários. Além dos profissionais da Saúde, serão capacitadas equipes da Assistência Social, Esporte e Cultura.
"Queremos encaminhá-los (usuários) para os programas existentes na rede, pois é preciso tratá-los com respeito. O preconceito é o grande vilão na adoção da política de redução de danos", disse a secretária. Outro eixo do trabalho será a prevenção com crianças e adolescentes, nas escolas.
Para sensibilizar mais a população e fazer com que a mensagem chegue aos jovens, o grafiteiro Antonio Souza Neto, o Tota, levou para as ruas as mensagens da campanha.
Um levantamento feito no Caps-AD apontou que 49% dos usuários têm entre 21 e 30 anos, a maioria (63%) são do sexo masculino e o crack é a segunda droga mais consumida. Em 2009 e 2010, foram cadastrados 4.539 prontuários. Destes, 1.017 continuam em atendimento atualmente. A cada dia, dez novos casos surgem no centro.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte2:Site www.antidrogas.com.br
A Prefeitura de Diadema lançou dia 17/06/2011, o Plano de Enfrentamento ao Crack, com presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no Teatro Clara Nunes.
O projeto consiste na implementação de política de redução de danos para os usuários da droga. Para tanto, todas as secretarias foram envolvidas, para atuarem de maneira integrada, e uma campanha foi elaborada com o slogan A droga é uma roubada fácil de entrar, mas difícil de sair. Para reforçar o trabalho, foi criada cartilha com o mesmo nome, que será distribuída em Unidades Básicas de Saúde, escolas e entidades, entre outros.
A partir de julho, usuários de crack já sentirão as ações do plano. Uma delas é a instalação de dois consultórios de rua, que chegarão nos locais onde a droga é consumida.
"O objetivo é fazer contato e oferecer apoio, como banho e comida. Eles perdem o vínculo e as referências. Ações como essa têm sido mais eficazes do que a internação. Depois de recuperados, voltam às ruas. É preciso tratá-los em seu ambiente", explicou a secretária Aparecida Linhares Pimenta, de Saúde.
O Caps-AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), que atualmente funciona das 8h às 17h, manterá portas abertas durante 24 horas, com seis leitos disponíveis.
Outro ponto abordado no programa é a capacitação dos funcionários da rede municipal para atendimento aos usuários. Além dos profissionais da Saúde, serão capacitadas equipes da Assistência Social, Esporte e Cultura.
"Queremos encaminhá-los (usuários) para os programas existentes na rede, pois é preciso tratá-los com respeito. O preconceito é o grande vilão na adoção da política de redução de danos", disse a secretária. Outro eixo do trabalho será a prevenção com crianças e adolescentes, nas escolas.
Para sensibilizar mais a população e fazer com que a mensagem chegue aos jovens, o grafiteiro Antonio Souza Neto, o Tota, levou para as ruas as mensagens da campanha.
Um levantamento feito no Caps-AD apontou que 49% dos usuários têm entre 21 e 30 anos, a maioria (63%) são do sexo masculino e o crack é a segunda droga mais consumida. Em 2009 e 2010, foram cadastrados 4.539 prontuários. Destes, 1.017 continuam em atendimento atualmente. A cada dia, dez novos casos surgem no centro.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte2:Site www.antidrogas.com.br
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Drogas; CAPs; Enfrentamento ao Crack
segunda-feira, 30 de maio de 2011
31 DE MAIO DIA MUNDIAL SEM TABACO
Os números do tabagismo no mundo são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornam-se fumantes em todo o planeta. Cerca de cinco milhões de pessoas morrem, por ano, vítimas do uso do tabaco. Caso as estimativas de aumento do consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos se confirmem, esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais por volta de 2030.
Ainda segundo a OMS, o fumo é uma das principais causas de morte evitável, hoje, no planeta. Um terço da população mundial adulta – cerca de 1,3 bilhão de pessoas – fuma: aproximadamente 47% da população masculina e 12% da população feminina fazem uso de produtos derivados do tabaco. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% dos homens e 7% das mulheres, enquanto nos desenvolvidos, a participação do sexo feminino mais do que triplica, num total de 42% de homens e 24% de mulheres fumantes.
No Brasil, pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), indica que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% dos homens e 16% das mulheres.
O Dia 31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco - foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o intuito de sensibilizar o maior número possível de pessoas sobre os males causados pelo consumo do tabaco e seus derivados. Esta data é comemorada anualmente por todos os países que aderem à proposta de controle do tabagismo no mundo.
Fonte: http://saudequixelo.blogspot.com
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sábado, 21 de maio de 2011
ORIENTAÇÃO PARA PAIS DE USUÁRIOS DE DROGAS
UNIFESP:
ORIENTAÇÃO PARA PAIS DE USUÁRIOS DE DROGAS
A Unidade de Dependência de Drogas oferece vagas no Ambulatório de Orientação aos Pais de jovens entre 12 e 25 anos que consumam álcool ou qualquer outro tipo de droga, mesmo que não sejam dependentes.
O ambulatório oferece aos pais e/ou responsáveis, uma palestra inicial e oito sessões semanais gratuitas às quintas feiras, em horário comercial.
Os interessados podem entrar em contato pelo telefone 5549-2500. O serviço está localizado na UDED - Unidade de Dependëncia de Drogas, na Rua Napoleão de Barros, 1038, próximo ao metrô Santa Cruz.
Fonte:AME-SANTOS Associação Médica Espírita de Santos
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Campanha contra redução da maioridade penal
Campanha contra redução da maioridade penal: entidades resgatam pensamento do sociólogo Betinho
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
18 de maio - dia Nacional da Luta Antimanicomial
O Dia Nacional da Luta Antimanicomial faz 24 anos!
Para aqueles que acreditam em um mundo sem grades, onde toda e qualquer diferença é bem-vinda, o 18 de maio signifi ca o enfrentamento do estigma que ronda a pessoa que sofre com o transtorno mental, reafi rma seu direito de um tratamento público, integral e de qualidade e a possibilidade de exercer sua cidadania.
Vivemos em tempos de privatização. Passados mais de 20 anos da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), torna-se necessário rea firmar os valores e princípios da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica Brasileira, sobretudo os ideais de ampliação da esfera pública e de transformação social que motivaram essa importante conquista da sociedade brasileira.
Os princípios da saúde pública brasileira, conquistados por anos de luta de movimentos populares, grupos comunitários, usuários, familiares e seus trabalhadores, permanecem sendo atacados pelos segmentos que se opõem à ideia de um Estado solidário e democrático e à construção de políticas sociais redutoras das desigualdades, universalistas e com controle social.
É por isso que em 2011 rea firmamos a defesa do SUS e dos Direitos Humanos, combatendo as estruturas manicomiais que apostam na exclusão social e no isolamento. Por incrível que pareça, ainda permanecem as denúncias constantes de violências e mortes sem apuração em uma fragrante violação de Direitos Humanos.
As respostas pautadas na exclusão e no isolamento resistem e conseguiram aprovar a criação de leitos em Comunidades Terapêuticas, opondo-se claramente às deliberações da IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial, colocando em risco a implementação de uma rede de atenção para usuários de álcool e outras drogas pautados pelos princípios do SUS, da redução de danos e da Reforma Psiquiátrica.
Neste momento, queremos também marcar nosso compromisso histórico com os movimentos sociais antimanicomiais. É hora de avançar na construção de redes intersetoriais que possibilitem a diversidade do cuidado, a crítica, a ética e o respeito. Redes que ampliem a possibilidade de construção de um modelo de desenvolvimento solidário, diverso e com justiça social.
A Semana da Luta Antimanicomial de 2011 convida a Economia Solidária, a Juventude, a Cultura e outros segmentos a se juntarem na construção deste outro mundo possível: Em defesa do SUS e pelo fortalecimento das Redes Antimanicomiais!
Este projeto conta com os apoios de:
Associação Brasileira de Saúde Mental - Abrasme
Associação Vida em Ação
Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba - Flamas
Rede de Saúde Mental e Economia Solidária
Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo - SinPsi
Postado por Fabiana Sampaio Pellicciari
http://fabianapellicciari.blogspot.com/
Para aqueles que acreditam em um mundo sem grades, onde toda e qualquer diferença é bem-vinda, o 18 de maio signifi ca o enfrentamento do estigma que ronda a pessoa que sofre com o transtorno mental, reafi rma seu direito de um tratamento público, integral e de qualidade e a possibilidade de exercer sua cidadania.
Vivemos em tempos de privatização. Passados mais de 20 anos da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), torna-se necessário rea firmar os valores e princípios da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica Brasileira, sobretudo os ideais de ampliação da esfera pública e de transformação social que motivaram essa importante conquista da sociedade brasileira.
Os princípios da saúde pública brasileira, conquistados por anos de luta de movimentos populares, grupos comunitários, usuários, familiares e seus trabalhadores, permanecem sendo atacados pelos segmentos que se opõem à ideia de um Estado solidário e democrático e à construção de políticas sociais redutoras das desigualdades, universalistas e com controle social.
É por isso que em 2011 rea firmamos a defesa do SUS e dos Direitos Humanos, combatendo as estruturas manicomiais que apostam na exclusão social e no isolamento. Por incrível que pareça, ainda permanecem as denúncias constantes de violências e mortes sem apuração em uma fragrante violação de Direitos Humanos.
As respostas pautadas na exclusão e no isolamento resistem e conseguiram aprovar a criação de leitos em Comunidades Terapêuticas, opondo-se claramente às deliberações da IV Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial, colocando em risco a implementação de uma rede de atenção para usuários de álcool e outras drogas pautados pelos princípios do SUS, da redução de danos e da Reforma Psiquiátrica.
Neste momento, queremos também marcar nosso compromisso histórico com os movimentos sociais antimanicomiais. É hora de avançar na construção de redes intersetoriais que possibilitem a diversidade do cuidado, a crítica, a ética e o respeito. Redes que ampliem a possibilidade de construção de um modelo de desenvolvimento solidário, diverso e com justiça social.
A Semana da Luta Antimanicomial de 2011 convida a Economia Solidária, a Juventude, a Cultura e outros segmentos a se juntarem na construção deste outro mundo possível: Em defesa do SUS e pelo fortalecimento das Redes Antimanicomiais!
Este projeto conta com os apoios de:
Associação Brasileira de Saúde Mental - Abrasme
Associação Vida em Ação
Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba - Flamas
Rede de Saúde Mental e Economia Solidária
Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo - SinPsi
Postado por Fabiana Sampaio Pellicciari
http://fabianapellicciari.blogspot.com/
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domingo, 1 de maio de 2011
CUIDADOS NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
Informações importantes que fazem parte do processo de tratamento do câncer, no conceito psicossocial.
O termo psicossocial passou-se a utilizado no Brasil, a partir da II Conferência Nacional de Saúde Mental (1992) quando se definiu que a atenção integral e a cidadania eram conceitos norteadores da atenção à saúde mental. Sendo assim, nos marcos dessa Conferência e de todo o movimento que ela desencadeou, compreende-se que a condição de saúde e doença mental presente em uma determinada pessoa é resultante de um conjunto complexo e indissociável de determinações e condicionamentos biológicos, psicológicos e sociais.
As práticas de atenção psicossocial são ações de cuidado pautadas por uma compreensão ampliada do processo saúde-doença, que remetem à uma realidade bio-psico-social histórica e concreta e que se constituem a partir da integralidade.
Enfrentar um tratamento oncológico não é focar apenas na doença, mas no que temos de sadio. Veja nos exemplos abaixo:
NOSSO CORPO – É crucial interagir com o próprio corpo, dando atenção às necessidades físicas, observando os seus movimentos e expressões implícitas, entendendo o que ele está querendo dizer. Perguntas como: “Busco locais propícios para o seu descanso, sua oxigenação e seus movimentos?”, “Tenho encontros com a natureza e coisas que me remetem à vida?” devem fazer parte de um auto-questionamento frequente.
ESTADO MENTAL – A formação psíquica inicia-se na infância, período em que aprende-se a diferenciar “EU – O OUTRO – MUNDO”, muitas vezes esse período é sobrecarregado de distorções, compreensões simplistas próprias de uma criança. Essas distorções nos acompanham durante as nossas vidas, devemos olhá-las e aperfeiçoá-las para o nosso benefício. Podemos tomar atitudes automáticas hoje, sem pensarmos se queremos ou não daquela forma, simplesmente porque sempre foi dessa maneira. Quando criança talvez não pudemos dizer “não” ou criamos uma falsa crença de que as pessoas não nos iriam amar caso fossem contrariadas.
RELAÇÕES AFETIVAS - Considerando a integralidade no tratamento oncológico é impossível desconsiderar as relações afetivas ou familiares, em todos os aspectos. Como parte integrante deste processo, elas oferecem contribuições importantes, e também necessitam de cuidados. Devemos estar atentos quanto às nossas relações afetivas. É comum tendermos ao isolamento, evitarmos falar sobre o assunto para não preocupar o outro, como se todos já não estivessem envolvidos na situação.
ESPIRITUALIDADE - Cultivar a nossa fé é fundamental ao sentido que damos à vida. Ela pode ser vivenciada de várias maneiras: no contato com as pessoas, em nossas reflexões, pela prece, no encontro com a natureza, pela fé em nossas crenças.
Marcelo Gianini
Psico-oncologista
psicologia@mamainfo.org.br
Fonte: WWW.mamainfo.org.br
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sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
RELACIONAMENTOS

Vivo e convivo diariamente com várias "personalidades" distintas. O ser humano necessita relacionar-se. Não fomos criados para a solidão.
Saber lidar com cada personalidade, respeitando seus momentos e suas limitações é algo muitas vezes difícil.
Em relacionamentos amorosos eu que o diga! Na tentativa de acertar muitas vezes erramos e isto é normal e natural. Mas como encarar a frustração? Não sei ao certo, apesar de ter muito em minha vida "sofrido" deste mal. Por toda a vida me vi frustrada, de diversas maneiras diferentes.
Não posso permitir que o que eu sinto interfira em minha recuperação e aí entram as ferramentas que adquiri ao longo do meu período de recuperação. Ferramentas estas que vão me salvar de mim mesma, de minha inabilidade com a dor, de minha necessidade de não sofrer.
Sou adicta e me encontro em recuperação. No dia de hoje, haja o que houver, o cara que eu amo me trate como tratar (ou destrate), não vou usar. Minha sobriedade está me ensinando aos poucos que só posso fazer mudanças em mim e que não devo esperar tanto dos outros. Devo aceitar o que não posso modificar. Devo dar continuidade à minha recuperação. Só por hoje!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Medicina reconhece obsessão espiritual
CID DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE RECONHECE A MEDIUNIDADE
Drº Sérgio Felipe de Oliveira (foto) com a palavra:
"Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida..."
Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também.
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero rectificar, actualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico eespiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre... os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou actuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre ... o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura...
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Fonte: http://espiritismoemmovimento.blogspot.com
Drº Sérgio Felipe de Oliveira (foto) com a palavra:
"Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida..."
Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também.
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero rectificar, actualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico eespiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre... os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou actuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre ... o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura...
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Fonte: http://espiritismoemmovimento.blogspot.com
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Início do Espiritismo
18 de Abril de 1857 -
Comemoramos nesta data, 154 Anos de lançamento do LIVRO DOS ESPÍRITOS DE ALLAN KARDEC e o Marco do Espiritísmo.
Conheça o Pentateuco Espírita:
1857 -> O Livro dos Espíritos;
1861 -> O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e Doutrinadores;
1864 -> O Evangelho Segundo o Espiritismo;
1865 -> O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo;
1868 -> A Gênese - Os Milagres e as Predições.
Comemoramos nesta data, 154 Anos de lançamento do LIVRO DOS ESPÍRITOS DE ALLAN KARDEC e o Marco do Espiritísmo.
Conheça o Pentateuco Espírita:
1857 -> O Livro dos Espíritos;
1861 -> O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e Doutrinadores;
1864 -> O Evangelho Segundo o Espiritismo;
1865 -> O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo;
1868 -> A Gênese - Os Milagres e as Predições.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
DIA MUNDIAL DA SAÚDE - 07 DE ABRIL
Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como objetivo tornar este dia como um dia para impulsionar a luta contra a resistência antimicrobiana.
A resistência antimicrobiana está se tornando uma preocupação especial nos próximos anos. Segundo a OMS, se não agirmos agora, o homem poderia voltar à era pré-antibiótica.
“Nossos avôs viveram em um mundo sem antibióticos. Isso poderá acontecer com nossos netos. Nós temos os meios para assegurar que os antibióticos permaneçam efetivos, mas nós estamos correndo contra o tempo. A nossa porta para continuar ajudando os infelizes portadores das doenças infecciosas pode estar se fechando”.
A OMS acredita que para erradicar este problema todos os países devem adotar medidas específicas.
1. Eduque os profissionais de saúde e o público no uso de medicamentos.
2. Contenha a resistência no hospital.
3. Diminua o uso de antimicrobianos na pecuária.
4. Maior pesquisa para novas drogas e vacinas.
5. Construa alianças e parcerias para aumentar o acesso aos antimicrobianos.
6. Aumente a disponibilidade dos medicamentos essenciais.
7. Faça medicamentos efetivos disponíveis para os mais pobres.
Caso contrário, estaríamos condenando futuras gerações a não usar drogas, como as doenças que hoje têm um tratamento eficaz e simples tornar-se perigoso novamente sem cura real.
Precisamos continuar a luta para eliminar condições de pobreza, ignorância, cobiça e injustiça social, que obrigam os indivíduos e profissionais de saúde a tomarem decisões que provocarão em última instância a nossa própria ruína. É muito real o risco potencial da resistência microbiana nos levar de volta a um mundo de morte prematura e enfermidades crônicas.
Av . Paulista, 2.001 - cj. 411 - São Paulo - SP | Telefone: (11) 3253-7737
© Copyright - Instituto CLIPS Pensamento -Todos os direitos reservados - www.clipspensamento.com.br
A resistência antimicrobiana está se tornando uma preocupação especial nos próximos anos. Segundo a OMS, se não agirmos agora, o homem poderia voltar à era pré-antibiótica.
“Nossos avôs viveram em um mundo sem antibióticos. Isso poderá acontecer com nossos netos. Nós temos os meios para assegurar que os antibióticos permaneçam efetivos, mas nós estamos correndo contra o tempo. A nossa porta para continuar ajudando os infelizes portadores das doenças infecciosas pode estar se fechando”.
A OMS acredita que para erradicar este problema todos os países devem adotar medidas específicas.
1. Eduque os profissionais de saúde e o público no uso de medicamentos.
2. Contenha a resistência no hospital.
3. Diminua o uso de antimicrobianos na pecuária.
4. Maior pesquisa para novas drogas e vacinas.
5. Construa alianças e parcerias para aumentar o acesso aos antimicrobianos.
6. Aumente a disponibilidade dos medicamentos essenciais.
7. Faça medicamentos efetivos disponíveis para os mais pobres.
Caso contrário, estaríamos condenando futuras gerações a não usar drogas, como as doenças que hoje têm um tratamento eficaz e simples tornar-se perigoso novamente sem cura real.
Precisamos continuar a luta para eliminar condições de pobreza, ignorância, cobiça e injustiça social, que obrigam os indivíduos e profissionais de saúde a tomarem decisões que provocarão em última instância a nossa própria ruína. É muito real o risco potencial da resistência microbiana nos levar de volta a um mundo de morte prematura e enfermidades crônicas.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Conselho Espírita de São Bernardo do Campo
Conselho Espírita de São Bernardo do Campo
Próxima Reunião do Conselho
Data: 25/04/2011
Horário: 19h30
Local: Instituição Assistencial Meimei
Rua Francisco Alves, 275 – Paulicéia – SBC / 09692 000
Próxima Reunião do Conselho
Data: 25/04/2011
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quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
O que é Reforma Psiquiátrica
• É a ampla mudança do atendimento público em Saúde Mental, que garante o acesso da população aos serviços e o respeito a seus direitos e liberdade;
• É amparada pela lei 10.216/2001, conquista de uma luta social que durou 12 anos;
• Significa a mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comunidade;
• O atendimento é feito em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência;
• As internações, quando necessárias, são feitas em hospitais gerais ou nos Caps/24 horas. Os hospitais psiquiátricos de grande porte vão sendo progressivamente substituídos.
Política Nacional de Saúde Mental
O Governo brasileiro tem como objetivos:
- reduzir de forma pactuada e programada os leitos psiquiátricos de baixa qualidade,
- qualificar, expandir e fortalecer a rede extra-hospitalar formada pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) e Unidades Psiquiátricas em Hospitais Gerais (UPHG),
- incluir as ações da saúde mental na atenção básica,
- implementar uma política de atenção integral voltada a usuários de álcool e outras drogas,
- implantar o programa "De Volta Para Casa",
- manter um programa permanente de formação de recursos humanos para reforma psiquiátrica,
- promover direitos de usuários e familiares incentivando a participação no cuidado,
- garantir tratamento digno e de qualidade ao louco infrator (superar o modelo de assistência centrado no Manicômio Judiciário),
- avaliar continuamente todos os hospitais psiquiátricos por meio do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares - PNASH/ Psiquiatria.
Cenário atual
• Tendência de reversão do modelo hospitalar para uma ampliação significativa da rede extra-hospitalar, de base comunitária;
• Entendimento das questões de álcool e outras drogas como problema de saúde pública e como prioridade no atual governo;
• Ratificação das diretrizes do SUS pela Lei Federal 10.216/01 e III Conferência Nacional de Saúde Mental.
Dados importantes
• 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes;
• mais de 6% da população apresenta transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas;
• 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual;
• 2,3% do orçamento anual do SUS é destinado para a Saúde Mental.
Desafios
• Fortalecer políticas de saúde voltadas para grupos de pessoas com transtornos mentais de alta prevalência e baixa cobertura assistencial;
• Consolidar e ampliar uma rede de atenção de base comunitária e territorial promotora da reintegração social e da cidadania;
• Implementar uma política de saúde mental eficaz no atendimento às pessoas que sofrem com a crise social, a violência e desemprego;
•Aumentar recursos do orçamento anual do SUS para a Saúde Mental.
Fonte: Ministério da Saúde WWW.portal.saude.gov.br/
• É amparada pela lei 10.216/2001, conquista de uma luta social que durou 12 anos;
• Significa a mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comunidade;
• O atendimento é feito em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência;
• As internações, quando necessárias, são feitas em hospitais gerais ou nos Caps/24 horas. Os hospitais psiquiátricos de grande porte vão sendo progressivamente substituídos.
Política Nacional de Saúde Mental
O Governo brasileiro tem como objetivos:
- reduzir de forma pactuada e programada os leitos psiquiátricos de baixa qualidade,
- qualificar, expandir e fortalecer a rede extra-hospitalar formada pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) e Unidades Psiquiátricas em Hospitais Gerais (UPHG),
- incluir as ações da saúde mental na atenção básica,
- implementar uma política de atenção integral voltada a usuários de álcool e outras drogas,
- implantar o programa "De Volta Para Casa",
- manter um programa permanente de formação de recursos humanos para reforma psiquiátrica,
- promover direitos de usuários e familiares incentivando a participação no cuidado,
- garantir tratamento digno e de qualidade ao louco infrator (superar o modelo de assistência centrado no Manicômio Judiciário),
- avaliar continuamente todos os hospitais psiquiátricos por meio do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares - PNASH/ Psiquiatria.
Cenário atual
• Tendência de reversão do modelo hospitalar para uma ampliação significativa da rede extra-hospitalar, de base comunitária;
• Entendimento das questões de álcool e outras drogas como problema de saúde pública e como prioridade no atual governo;
• Ratificação das diretrizes do SUS pela Lei Federal 10.216/01 e III Conferência Nacional de Saúde Mental.
Dados importantes
• 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes;
• mais de 6% da população apresenta transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas;
• 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual;
• 2,3% do orçamento anual do SUS é destinado para a Saúde Mental.
Desafios
• Fortalecer políticas de saúde voltadas para grupos de pessoas com transtornos mentais de alta prevalência e baixa cobertura assistencial;
• Consolidar e ampliar uma rede de atenção de base comunitária e territorial promotora da reintegração social e da cidadania;
• Implementar uma política de saúde mental eficaz no atendimento às pessoas que sofrem com a crise social, a violência e desemprego;
•Aumentar recursos do orçamento anual do SUS para a Saúde Mental.
Fonte: Ministério da Saúde WWW.portal.saude.gov.br/
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domingo, 20 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
IFL Instituto Fraternal de Laborterapia
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Dependência Química e Co Dependência
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sábado, 5 de março de 2011
Transtorno Bipolar ou Despertar Espiritual - Parte1
http://www.youtube.com/watch?v=CmS6cvRwP24
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Dependência Química e Co Dependência
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