Viva Voz - SENAD - orientações e informações sobre dependência química
VIVA VOZ - Atendimento SENAD Site da OBID/SENAD - Secretaria Nacional Antidrogas - ligue direto para 0800 510 0015. Serviço gratuito de ajuda, orientações e informações, por telefone, sobre uso indevido de drogas. Você não precisa se identificar. Funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h.
DISQUE SAÚDE 0800 61 1997
Ministério da Saúde
Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900
Ministério da Saúde
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Mensagem de Boas-Vindas
“... Ele morreu esta manhã, entre 11 e 12 horas, subitamente, ao entregar um número da Revue a um caixeiro de livraria que acabava de comprá-lo; ele se curvou sobre si mesmo, sem proferir uma única palavra: estava morto...”
Paris, 31 de março de 1869.
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
RELACIONAMENTOS

Vivo e convivo diariamente com várias "personalidades" distintas. O ser humano necessita relacionar-se. Não fomos criados para a solidão.
Saber lidar com cada personalidade, respeitando seus momentos e suas limitações é algo muitas vezes difícil.
Em relacionamentos amorosos eu que o diga! Na tentativa de acertar muitas vezes erramos e isto é normal e natural. Mas como encarar a frustração? Não sei ao certo, apesar de ter muito em minha vida "sofrido" deste mal. Por toda a vida me vi frustrada, de diversas maneiras diferentes.
Não posso permitir que o que eu sinto interfira em minha recuperação e aí entram as ferramentas que adquiri ao longo do meu período de recuperação. Ferramentas estas que vão me salvar de mim mesma, de minha inabilidade com a dor, de minha necessidade de não sofrer.
Sou adicta e me encontro em recuperação. No dia de hoje, haja o que houver, o cara que eu amo me trate como tratar (ou destrate), não vou usar. Minha sobriedade está me ensinando aos poucos que só posso fazer mudanças em mim e que não devo esperar tanto dos outros. Devo aceitar o que não posso modificar. Devo dar continuidade à minha recuperação. Só por hoje!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Medicina reconhece obsessão espiritual
CID DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE RECONHECE A MEDIUNIDADE
Drº Sérgio Felipe de Oliveira (foto) com a palavra:
"Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida..."
Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também.
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero rectificar, actualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico eespiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre... os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou actuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre ... o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura...
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Fonte: http://espiritismoemmovimento.blogspot.com
Drº Sérgio Felipe de Oliveira (foto) com a palavra:
"Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida..."
Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também.
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero rectificar, actualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico eespiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre... os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou actuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre ... o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura...
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Fonte: http://espiritismoemmovimento.blogspot.com
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Início do Espiritismo
18 de Abril de 1857 -
Comemoramos nesta data, 154 Anos de lançamento do LIVRO DOS ESPÍRITOS DE ALLAN KARDEC e o Marco do Espiritísmo.
Conheça o Pentateuco Espírita:
1857 -> O Livro dos Espíritos;
1861 -> O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e Doutrinadores;
1864 -> O Evangelho Segundo o Espiritismo;
1865 -> O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo;
1868 -> A Gênese - Os Milagres e as Predições.
Comemoramos nesta data, 154 Anos de lançamento do LIVRO DOS ESPÍRITOS DE ALLAN KARDEC e o Marco do Espiritísmo.
Conheça o Pentateuco Espírita:
1857 -> O Livro dos Espíritos;
1861 -> O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e Doutrinadores;
1864 -> O Evangelho Segundo o Espiritismo;
1865 -> O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo;
1868 -> A Gênese - Os Milagres e as Predições.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
DIA MUNDIAL DA SAÚDE - 07 DE ABRIL
Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como objetivo tornar este dia como um dia para impulsionar a luta contra a resistência antimicrobiana.
A resistência antimicrobiana está se tornando uma preocupação especial nos próximos anos. Segundo a OMS, se não agirmos agora, o homem poderia voltar à era pré-antibiótica.
“Nossos avôs viveram em um mundo sem antibióticos. Isso poderá acontecer com nossos netos. Nós temos os meios para assegurar que os antibióticos permaneçam efetivos, mas nós estamos correndo contra o tempo. A nossa porta para continuar ajudando os infelizes portadores das doenças infecciosas pode estar se fechando”.
A OMS acredita que para erradicar este problema todos os países devem adotar medidas específicas.
1. Eduque os profissionais de saúde e o público no uso de medicamentos.
2. Contenha a resistência no hospital.
3. Diminua o uso de antimicrobianos na pecuária.
4. Maior pesquisa para novas drogas e vacinas.
5. Construa alianças e parcerias para aumentar o acesso aos antimicrobianos.
6. Aumente a disponibilidade dos medicamentos essenciais.
7. Faça medicamentos efetivos disponíveis para os mais pobres.
Caso contrário, estaríamos condenando futuras gerações a não usar drogas, como as doenças que hoje têm um tratamento eficaz e simples tornar-se perigoso novamente sem cura real.
Precisamos continuar a luta para eliminar condições de pobreza, ignorância, cobiça e injustiça social, que obrigam os indivíduos e profissionais de saúde a tomarem decisões que provocarão em última instância a nossa própria ruína. É muito real o risco potencial da resistência microbiana nos levar de volta a um mundo de morte prematura e enfermidades crônicas.
Av . Paulista, 2.001 - cj. 411 - São Paulo - SP | Telefone: (11) 3253-7737
© Copyright - Instituto CLIPS Pensamento -Todos os direitos reservados - www.clipspensamento.com.br
A resistência antimicrobiana está se tornando uma preocupação especial nos próximos anos. Segundo a OMS, se não agirmos agora, o homem poderia voltar à era pré-antibiótica.
“Nossos avôs viveram em um mundo sem antibióticos. Isso poderá acontecer com nossos netos. Nós temos os meios para assegurar que os antibióticos permaneçam efetivos, mas nós estamos correndo contra o tempo. A nossa porta para continuar ajudando os infelizes portadores das doenças infecciosas pode estar se fechando”.
A OMS acredita que para erradicar este problema todos os países devem adotar medidas específicas.
1. Eduque os profissionais de saúde e o público no uso de medicamentos.
2. Contenha a resistência no hospital.
3. Diminua o uso de antimicrobianos na pecuária.
4. Maior pesquisa para novas drogas e vacinas.
5. Construa alianças e parcerias para aumentar o acesso aos antimicrobianos.
6. Aumente a disponibilidade dos medicamentos essenciais.
7. Faça medicamentos efetivos disponíveis para os mais pobres.
Caso contrário, estaríamos condenando futuras gerações a não usar drogas, como as doenças que hoje têm um tratamento eficaz e simples tornar-se perigoso novamente sem cura real.
Precisamos continuar a luta para eliminar condições de pobreza, ignorância, cobiça e injustiça social, que obrigam os indivíduos e profissionais de saúde a tomarem decisões que provocarão em última instância a nossa própria ruína. É muito real o risco potencial da resistência microbiana nos levar de volta a um mundo de morte prematura e enfermidades crônicas.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Conselho Espírita de São Bernardo do Campo
Conselho Espírita de São Bernardo do Campo
Próxima Reunião do Conselho
Data: 25/04/2011
Horário: 19h30
Local: Instituição Assistencial Meimei
Rua Francisco Alves, 275 – Paulicéia – SBC / 09692 000
Próxima Reunião do Conselho
Data: 25/04/2011
Horário: 19h30
Local: Instituição Assistencial Meimei
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quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
O que é Reforma Psiquiátrica
• É a ampla mudança do atendimento público em Saúde Mental, que garante o acesso da população aos serviços e o respeito a seus direitos e liberdade;
• É amparada pela lei 10.216/2001, conquista de uma luta social que durou 12 anos;
• Significa a mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comunidade;
• O atendimento é feito em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência;
• As internações, quando necessárias, são feitas em hospitais gerais ou nos Caps/24 horas. Os hospitais psiquiátricos de grande porte vão sendo progressivamente substituídos.
Política Nacional de Saúde Mental
O Governo brasileiro tem como objetivos:
- reduzir de forma pactuada e programada os leitos psiquiátricos de baixa qualidade,
- qualificar, expandir e fortalecer a rede extra-hospitalar formada pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) e Unidades Psiquiátricas em Hospitais Gerais (UPHG),
- incluir as ações da saúde mental na atenção básica,
- implementar uma política de atenção integral voltada a usuários de álcool e outras drogas,
- implantar o programa "De Volta Para Casa",
- manter um programa permanente de formação de recursos humanos para reforma psiquiátrica,
- promover direitos de usuários e familiares incentivando a participação no cuidado,
- garantir tratamento digno e de qualidade ao louco infrator (superar o modelo de assistência centrado no Manicômio Judiciário),
- avaliar continuamente todos os hospitais psiquiátricos por meio do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares - PNASH/ Psiquiatria.
Cenário atual
• Tendência de reversão do modelo hospitalar para uma ampliação significativa da rede extra-hospitalar, de base comunitária;
• Entendimento das questões de álcool e outras drogas como problema de saúde pública e como prioridade no atual governo;
• Ratificação das diretrizes do SUS pela Lei Federal 10.216/01 e III Conferência Nacional de Saúde Mental.
Dados importantes
• 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes;
• mais de 6% da população apresenta transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas;
• 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual;
• 2,3% do orçamento anual do SUS é destinado para a Saúde Mental.
Desafios
• Fortalecer políticas de saúde voltadas para grupos de pessoas com transtornos mentais de alta prevalência e baixa cobertura assistencial;
• Consolidar e ampliar uma rede de atenção de base comunitária e territorial promotora da reintegração social e da cidadania;
• Implementar uma política de saúde mental eficaz no atendimento às pessoas que sofrem com a crise social, a violência e desemprego;
•Aumentar recursos do orçamento anual do SUS para a Saúde Mental.
Fonte: Ministério da Saúde WWW.portal.saude.gov.br/
• É amparada pela lei 10.216/2001, conquista de uma luta social que durou 12 anos;
• Significa a mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comunidade;
• O atendimento é feito em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência;
• As internações, quando necessárias, são feitas em hospitais gerais ou nos Caps/24 horas. Os hospitais psiquiátricos de grande porte vão sendo progressivamente substituídos.
Política Nacional de Saúde Mental
O Governo brasileiro tem como objetivos:
- reduzir de forma pactuada e programada os leitos psiquiátricos de baixa qualidade,
- qualificar, expandir e fortalecer a rede extra-hospitalar formada pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) e Unidades Psiquiátricas em Hospitais Gerais (UPHG),
- incluir as ações da saúde mental na atenção básica,
- implementar uma política de atenção integral voltada a usuários de álcool e outras drogas,
- implantar o programa "De Volta Para Casa",
- manter um programa permanente de formação de recursos humanos para reforma psiquiátrica,
- promover direitos de usuários e familiares incentivando a participação no cuidado,
- garantir tratamento digno e de qualidade ao louco infrator (superar o modelo de assistência centrado no Manicômio Judiciário),
- avaliar continuamente todos os hospitais psiquiátricos por meio do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares - PNASH/ Psiquiatria.
Cenário atual
• Tendência de reversão do modelo hospitalar para uma ampliação significativa da rede extra-hospitalar, de base comunitária;
• Entendimento das questões de álcool e outras drogas como problema de saúde pública e como prioridade no atual governo;
• Ratificação das diretrizes do SUS pela Lei Federal 10.216/01 e III Conferência Nacional de Saúde Mental.
Dados importantes
• 3% da população geral sofre com transtornos mentais severos e persistentes;
• mais de 6% da população apresenta transtornos psiquiátricos graves decorrentes do uso de álcool e outras drogas;
• 12% da população necessita de algum atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual;
• 2,3% do orçamento anual do SUS é destinado para a Saúde Mental.
Desafios
• Fortalecer políticas de saúde voltadas para grupos de pessoas com transtornos mentais de alta prevalência e baixa cobertura assistencial;
• Consolidar e ampliar uma rede de atenção de base comunitária e territorial promotora da reintegração social e da cidadania;
• Implementar uma política de saúde mental eficaz no atendimento às pessoas que sofrem com a crise social, a violência e desemprego;
•Aumentar recursos do orçamento anual do SUS para a Saúde Mental.
Fonte: Ministério da Saúde WWW.portal.saude.gov.br/
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domingo, 20 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
IFL Instituto Fraternal de Laborterapia
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sábado, 5 de março de 2011
Transtorno Bipolar ou Despertar Espiritual - Parte1
http://www.youtube.com/watch?v=CmS6cvRwP24
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8 de MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Oração da Mulher...
Missionária da Vida.
Ampara o homem para que o homem te ampare.
Não te conspurques no prazer, nem te mergulhes no vício.
A felicidade na Terra depende de ti, como o fruto depende da árvore.
Mãe, sê o anjo do lar;
Esposa, auxilia sempre;
Companheira, acende o lume da esperança;
Irmã, sacrifica-te e ajuda;
Mestra, orienta o caminho;
Enfermeira, compadece-te;
Fonte sublime, se as feras do mal te poluírem as águas, imita a corrente cristalina que no serviço infatigável a todos, expulsa do próprio seio a lama que lhe atiram.
Por mais te aflija a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo.
Lembra os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estrada que esperam por teus braços e sorri com serenidade para a luta.
Deixa que o trabalho tanja as cordas celestes do teu sentimento para que não falte a música da harmonia aos pedregosos trilhos da existência terrestre.
Teu coração é uma estrela encarcerada.
Não lhe apagues a luz para que o amor resplandeça sobre as trevas.
Eleva-te, elevando-nos.
Não te esqueças de que trazes nas mãos a chave da vida porque a chave da vida é a glória de Deus.
Da obra: À Luz da Oração, ditado pelo Espírito Meimei e psicografado por Francisco Cândido Xavier
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
SP terá coordenadoria para ajudar viciados em drogas
DCI
São Paulo terá coordenadoria específica para enfrentamento ao vício do álcool e das drogas.
O projeto foi apresentado pelo governo do estado à secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Paulina Duarte, em Brasília.
De acordo com a secretária estadual de Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, Eloísa de Sousa Arruda, a coordenadoria vai procurar integrar as secretarias paulistas para atuar na prevenção e enfrentamento direto às drogas. “O decreto [que cria a coordenadoria] já está rascunhado, basta fazer os ajustes e aguardar a assinatura do governador, o que deve ocorrer em breve”.
Entre as atribuições, a coordenação deverá promover, elaborar e acompanhar programas, projetos e atividades de prevenção ao uso indevido de drogas, bem como o tratamento, recuperação e reinserção social dos dependentes”. A coordenadoria trabalha em várias frentes. Envolve programas capacitação, além da assistência a pessoa que está em fase de drogadição e o apoio às famílias dos usuários”, afirmou Eloísa.
Segundo ela, a Senad apoiou o projeto e vai ajudar na implementação da coordenadoria em São Paulo. “Podemos contar com a colaboração do Ministério da Justiça. Estamos esperançosos que o projeto vai dar certo.”
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
São Paulo terá coordenadoria específica para enfrentamento ao vício do álcool e das drogas.
O projeto foi apresentado pelo governo do estado à secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Paulina Duarte, em Brasília.
De acordo com a secretária estadual de Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, Eloísa de Sousa Arruda, a coordenadoria vai procurar integrar as secretarias paulistas para atuar na prevenção e enfrentamento direto às drogas. “O decreto [que cria a coordenadoria] já está rascunhado, basta fazer os ajustes e aguardar a assinatura do governador, o que deve ocorrer em breve”.
Entre as atribuições, a coordenação deverá promover, elaborar e acompanhar programas, projetos e atividades de prevenção ao uso indevido de drogas, bem como o tratamento, recuperação e reinserção social dos dependentes”. A coordenadoria trabalha em várias frentes. Envolve programas capacitação, além da assistência a pessoa que está em fase de drogadição e o apoio às famílias dos usuários”, afirmou Eloísa.
Segundo ela, a Senad apoiou o projeto e vai ajudar na implementação da coordenadoria em São Paulo. “Podemos contar com a colaboração do Ministério da Justiça. Estamos esperançosos que o projeto vai dar certo.”
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
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Estado de Mato Grosso ganhará centro para combater "crack"
Gazeta Digital
Três mães pedem por dia internação para tratamento dos filhos dependentes de crack em Cuiabá, segundo a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).
A droga tem alto pode de destruição do corpo humano. Essa demanda está fazendo com que o governo federal crie um Centro Regional de Referência em Crack e Outras Drogas em Mato Grosso. Cada projeto, que será implantado em 19 estados da federação, terá o valor de R$ 300 mil para a formação de 300 profissionais.
O objetivo é a formação de pessoas que atuam nas áreas de saúde e assistência social voltadas à familiares e usuários de crack e outras drogas.Os cursos serão voltados para capacitação de médicos, agentes comunitários de saúde, agentes sociais e profissionais das redes Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
No estado, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi a instituição escolhida para desenvolver o centro. Concorriam ao projeto, instituições de ensino superior federal e estadual que atuam em municípios igual ou superior a 500 mil habitantes.
A professora e assistente social Delma Perpétua Oliveira de Souza, do Instituto de Saúde Coletiva, foi escolhida para representar a instituição no lançamento do projeto, realizado ontem pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília.
A UFMT e a DRE já haviam realizado anteriormente parcerias em projetos de prevenção ao uso de drogas.
De acordo com a gerente do projeto "De cara limpa contra as drogas", delegada Elaine Fernandes, o pedido diário de internação ao juiz criminal da Capital Mário Kono aponta que a criação do centro é necessária para o combate ao crack e outras drogas, como a pasta-base de cocaína. O projeto da Polícia Judiciária Civil (PJC) visa prevenir que crianças e adolescentes se conscientizem e não utilizem drogas.
Fernandes aposta na prevenção como uma forma eficiente de combate ao uso, e não apenas a repressão. "É fundamental a família. O dependente precisa de uma base, que pode ser obtida também na religião e na educação. Houve uma mudança nos valores, o professor não pode nem levantar um pouco a vez, que o aluno já quer dar um tiro nele".
A delegada destaca que as companhias que se associam aos adolescentes, principalmente, devem ser observadas pela família, pois têm grande influência sobre as decisões deles. "Essas inversões de valores faz com os filhos usem drogas, se submetam a "correrias" para obterem bens, para terem um tênis, por exemplo. E da correria vai para o tráfico".
Para a "fabricação" do crack, os usuários misturam bicarbonato de sódio na pasta-base, entorpecente de maior domínio nas ruas da Capital. A droga (o nome crack surge dos estalos surgidos após aceso) tem alto poder de dependência e provoca degeneração dos neurônios e músculos do corpo.
Informações da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), vinculada ao Ministério da Justiça, os centros estão previstos no Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado ano passado.
O governo federal espera em um ano capacitar 14,7 mil profissionais em 884 municípios do país.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte 2: Site Antidrogas
Três mães pedem por dia internação para tratamento dos filhos dependentes de crack em Cuiabá, segundo a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).
A droga tem alto pode de destruição do corpo humano. Essa demanda está fazendo com que o governo federal crie um Centro Regional de Referência em Crack e Outras Drogas em Mato Grosso. Cada projeto, que será implantado em 19 estados da federação, terá o valor de R$ 300 mil para a formação de 300 profissionais.
O objetivo é a formação de pessoas que atuam nas áreas de saúde e assistência social voltadas à familiares e usuários de crack e outras drogas.Os cursos serão voltados para capacitação de médicos, agentes comunitários de saúde, agentes sociais e profissionais das redes Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
No estado, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi a instituição escolhida para desenvolver o centro. Concorriam ao projeto, instituições de ensino superior federal e estadual que atuam em municípios igual ou superior a 500 mil habitantes.
A professora e assistente social Delma Perpétua Oliveira de Souza, do Instituto de Saúde Coletiva, foi escolhida para representar a instituição no lançamento do projeto, realizado ontem pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília.
A UFMT e a DRE já haviam realizado anteriormente parcerias em projetos de prevenção ao uso de drogas.
De acordo com a gerente do projeto "De cara limpa contra as drogas", delegada Elaine Fernandes, o pedido diário de internação ao juiz criminal da Capital Mário Kono aponta que a criação do centro é necessária para o combate ao crack e outras drogas, como a pasta-base de cocaína. O projeto da Polícia Judiciária Civil (PJC) visa prevenir que crianças e adolescentes se conscientizem e não utilizem drogas.
Fernandes aposta na prevenção como uma forma eficiente de combate ao uso, e não apenas a repressão. "É fundamental a família. O dependente precisa de uma base, que pode ser obtida também na religião e na educação. Houve uma mudança nos valores, o professor não pode nem levantar um pouco a vez, que o aluno já quer dar um tiro nele".
A delegada destaca que as companhias que se associam aos adolescentes, principalmente, devem ser observadas pela família, pois têm grande influência sobre as decisões deles. "Essas inversões de valores faz com os filhos usem drogas, se submetam a "correrias" para obterem bens, para terem um tênis, por exemplo. E da correria vai para o tráfico".
Para a "fabricação" do crack, os usuários misturam bicarbonato de sódio na pasta-base, entorpecente de maior domínio nas ruas da Capital. A droga (o nome crack surge dos estalos surgidos após aceso) tem alto poder de dependência e provoca degeneração dos neurônios e músculos do corpo.
Informações da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), vinculada ao Ministério da Justiça, os centros estão previstos no Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado ano passado.
O governo federal espera em um ano capacitar 14,7 mil profissionais em 884 municípios do país.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte 2: Site Antidrogas
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Comunicação de um Espírito de ex-drogado
* UM ESPÍRITO SOFREDOR
Comunicação de um Espírito de ex-drogado, narrando suas experiências quando na Terra e agora na Vida Espiritual.
- Poderíamos conversar com um Espírito que teve experiência com drogas?
Resposta: Cá estou, pois esta visita já estava na programação da casa para esta noite.
- Disseste que já estavas aqui ou vieste pela evocação?
Resposta: Já estava aqui, trazido pelos amigos espirituais responsáveis pelo trabalho.
- Poderias nos falar sobre tua experiência com as drogas?
Resposta: Perguntem e responderei dentro do possível e do que me for permitido.
- Vivestes muito tempo na Terra?
Resposta: Dezoito anos.
- Tão jovem e já tinhas envolvimento sério com a droga?
Resposta: Desde os quatorze anos.
- Moravas onde?
Resposta: Rio de Janeiro.
- Como foi teu envolvimento?
Resposta: Iniciei, na verdade, aos onze anos, com consumo de cigarros de maconha, no bairro onde morava, como brincadeira entre meus amigos.
- Onde conseguias a maconha?
Resposta: Nas mãos dos pequenos traficantes do bairro, nos vendedores de quinquilharias das calçadas. Era muito fácil.
- E seus pais? Sabiam dessa sua experiência?
Resposta: No início não sabiam. Quando tomaram conhecimento encararam como coisa normal dos tempos da adolescência moderna. Só mais tarde perceberam a gravidade da situação.
- Com quais tipos de drogas tiveste envolvimento?
Resposta: Com as piores. Aos quatorze anos entrei em contato com a cocaína e daí para para o crack foi um pulo.
- Foi o crack que o levou à morte?
Resposta: Não. Fui assassinado.
- Como foi?
Resposta: Em briga de rua, por ponto de venda da droga, pois tornei-me um traficante para sustentar meu vício.
- E a família?
Resposta: Depois de muitas tentativas de me retirar das ruas, deixaram-me jogado à própria sorte.
- Lamentas esta atitude deles?
Resposta: Não. Lamento minha cegueira. Eles nada podiam fazer por mim, além do que fizeram. Não tinhas os recursos necessários para dar-me o que necessitava.
- E do que necessitavas?
Resposta: Compreensão maior dos mecanismos da vida.
- Foi isso que o levou a procurar as drogas?
Resposta: No início não. Mas depois, em minha adolescência, quando já me envolvera com as drogas mais pesadas, fazia "viagens" incríveis pelo meu mundo íntimo e buscava uma paz interior que não encontrara em casa, nem nas ruas. Em minha falta de lucidez, achava que encontraria nas drogas e na condição mental que elas me favoreciam.
- Que condição?
Resposta: A total inconsciência dos meus atos, o mergulho em um mundo de ilusões e desespero, a entrega total aos devaneios insanos do desequilíbrio.
- Algumas vezes refletias sobre isso? Quiseste deixar as ruas?
Resposta: Muitas vezes, mas em nenhuma delas encontrei compreensão e condições favoráveis para livrar-me daquilo.
- Tiveste outras experiências?
Resposta: Em que sentido perguntam?
- Outras experiências que poderiam servir para o aprendizado de todos?Resposta: Sim. Quando se entra no mundo das drogas perde-se a noção de limites.
Tudo passa a ser permitido.
Prostitui-me muitas vezes para conseguir dinheiro e isso talvez tenha sido muito pior que o próprio vício, pois injetar um veneno em suas veias não traz consequências morais tão graves quanto vender seu próprio corpo, por livre vontade, sabendo do ato imoral e insano que se está praticando.
Claro, não estou dizendo que se drogar é melhor que se prostituir, mas que o vício às vezes é irresistível e foge às nossas frágeis forças de resistência física e espiritual, e que o outro ato, neste caso, é perfeitamente evitável se assim o quisermos.
- Como foi sua morte?
Resposta: Já falei que foi por motivo fútil. Um companheiro de infortúnio (que também já está deste lado), atirou em minha cabeça, em uma tola disputa de "ponto".
Ele mesmo se arrependeu logo em seguida, pois um dia tínhamos sido amigos inseparáveis. Mas a droga nos faz enfrentar uma lei que é desconhecida dos homens das leis comuns.
É selvagem e destruidora. Para os drogados não existem barreiras que possam contê-los no momento em que dela necessita.
- Tua desencarnação foi dolorosa?Resposta: Nada senti. Continuei vivo e não compreendia como as pessoas não me viam.
Convivi com os "amigos" por um tempo para depois tomar consciência de minha condição de "morto".
E foi aí que sofri os horrores decorrentes da falta de responsabilidade com a vida.
- Foste amparado?
Resposta: Sim, depois de certo tempo, por familiares.
- E teus pais?
Resposta: Só tomaram conhecimento pelos jornais locais, que alardeiam a miséria e desgraça humanas.
- Que sentimento os animou?
Resposta: Depois eu soube que foi de grande alívio. E assim deveria ser mesmo, pois só trouxe a eles a desilusão e a dor.
- Tiveste uma infância agradável?
Resposta: Tive tudo o que quis. Meus menores desejos eram satisfeitos. Fui rico até a idade de 10 anos, quando houve um reviravolta na vida dos meus pais. Eles separaram-se e eu fui morar com meus avós. Depois aproximei-me mais de minha mãe, no início de meu martírio pelo mundo das drogas.
- E hoje? Visita-os?
Resposta: Não. Estou já bem recuperado, mas não tenho notícias deles. Acho que cuidam de suas vidas e rogo a Deus que cuidem bem, para que não sofram tanto, quando para cá vierem.
- Sofreste aí?
Resposta. Muito. Principalmente ao saber do desperdício que havia sido minha vida.
- Porquê? Tinhas outra programação de vida?Resposta: Sim. Poderia permanecer até a sexta década de vida, com tarefa séria e edificante na área da saúde, oportunidade que me foi dada pelo Alto para redenção de meus débitos.
Mas desperdicei no exercício do livre arbítrio, auxiliado pelas características familiares onde me encontrava. Sequer terminei o curso básico.
A escola foi para mim um palco de minhas farras com outros colegas igualmente dementes.
- Então és um suicida?
Resposta: Sim, no sentido que se empresta a essa palavra, pois fui em parte o artífice de minha morte, mas não com a conotação e a gravidade de um suicida comum. Os drogados são vistos aqui de outra forma.
- De que forma? Vítimas?
Resposta: Sim, em parte, pois na verdade alguns são vítimas da degradação social pela qual passa a humanidade, sem deixar de considerar o livre arbítrio de cada um. A droga é a grande arma destruidora das esperanças dos jovens do mundo inteiro.
- Poderias explicar um pouco mais essa parte?
Resposta: Muitos lançam-se cedo no mundo dos vícios pela falta de base moral familiar, cujos pais não preparam. Cedo, entregam-se a atitudes inadequadas e não são devidamente orientados.
A permissividade existente no mundo atual é mostra de que os pais não estão preparados para construir o homem do futuro.
A droga, sendo uma das formas de escravizar o homem, na verdade é um resultado da ganância desenfreada do próprio homem que destrói seus próprios filhos e assim sucessivamente.
Os grandes donos do esquema arrecadam montanhas de dinheiro que amanhã deixarão para seus filhos, netos e bisnetos, não percebendo que constroem o material e destroem o essencial.
Essas próprias criaturas, para as quais constroem seus impérios, são vítimas e escravos de seu próprio veneno.
Assim é na cidade onde vivi.
- Vives em colônia ou estás em hospital?
Resposta: Encontro-me em colônia próxima à Terra, de acordo com meu grau evolutivo.
- Existem colônias específicas para atender vítimas de vícios?Resposta: Não tenho conhecimento disso, mas meu instrutor diz que aqui são atendidos todos os necessitados da alma, quaisquer que sejam os vícios.
É uma colônia muito grande e onde se encontram muitos jovens.
Naturalmente ainda estamos nessa condição pela nossa pouca compreensão.
A forma física não importa, mas a maturidade de Espírito.
- Ainda podemos perguntar mais coisas?Resposta: Necessito afastar-me por orientação do amigo que me dirige as ações e pensamentos neste trabalho.
Deixo aqui minha gratidão pela oportunidade e que os bons Espíritos amparem todos os homens que um dia pensaram em envenenar-se por desconhecer as leis que regem a vida".
- Um Espírito sofredor, agradecido.
Espírito: Um Espírito sofredor
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
São Luís, MA
Enviado por Marlene Monteiro Peixoto da Rede Amigo.
Fonte 2) programamuitasvidas.blogspot.com
Comunicação de um Espírito de ex-drogado, narrando suas experiências quando na Terra e agora na Vida Espiritual.
- Poderíamos conversar com um Espírito que teve experiência com drogas?
Resposta: Cá estou, pois esta visita já estava na programação da casa para esta noite.
- Disseste que já estavas aqui ou vieste pela evocação?
Resposta: Já estava aqui, trazido pelos amigos espirituais responsáveis pelo trabalho.
- Poderias nos falar sobre tua experiência com as drogas?
Resposta: Perguntem e responderei dentro do possível e do que me for permitido.
- Vivestes muito tempo na Terra?
Resposta: Dezoito anos.
- Tão jovem e já tinhas envolvimento sério com a droga?
Resposta: Desde os quatorze anos.
- Moravas onde?
Resposta: Rio de Janeiro.
- Como foi teu envolvimento?
Resposta: Iniciei, na verdade, aos onze anos, com consumo de cigarros de maconha, no bairro onde morava, como brincadeira entre meus amigos.
- Onde conseguias a maconha?
Resposta: Nas mãos dos pequenos traficantes do bairro, nos vendedores de quinquilharias das calçadas. Era muito fácil.
- E seus pais? Sabiam dessa sua experiência?
Resposta: No início não sabiam. Quando tomaram conhecimento encararam como coisa normal dos tempos da adolescência moderna. Só mais tarde perceberam a gravidade da situação.
- Com quais tipos de drogas tiveste envolvimento?
Resposta: Com as piores. Aos quatorze anos entrei em contato com a cocaína e daí para para o crack foi um pulo.
- Foi o crack que o levou à morte?
Resposta: Não. Fui assassinado.
- Como foi?
Resposta: Em briga de rua, por ponto de venda da droga, pois tornei-me um traficante para sustentar meu vício.
- E a família?
Resposta: Depois de muitas tentativas de me retirar das ruas, deixaram-me jogado à própria sorte.
- Lamentas esta atitude deles?
Resposta: Não. Lamento minha cegueira. Eles nada podiam fazer por mim, além do que fizeram. Não tinhas os recursos necessários para dar-me o que necessitava.
- E do que necessitavas?
Resposta: Compreensão maior dos mecanismos da vida.
- Foi isso que o levou a procurar as drogas?
Resposta: No início não. Mas depois, em minha adolescência, quando já me envolvera com as drogas mais pesadas, fazia "viagens" incríveis pelo meu mundo íntimo e buscava uma paz interior que não encontrara em casa, nem nas ruas. Em minha falta de lucidez, achava que encontraria nas drogas e na condição mental que elas me favoreciam.
- Que condição?
Resposta: A total inconsciência dos meus atos, o mergulho em um mundo de ilusões e desespero, a entrega total aos devaneios insanos do desequilíbrio.
- Algumas vezes refletias sobre isso? Quiseste deixar as ruas?
Resposta: Muitas vezes, mas em nenhuma delas encontrei compreensão e condições favoráveis para livrar-me daquilo.
- Tiveste outras experiências?
Resposta: Em que sentido perguntam?
- Outras experiências que poderiam servir para o aprendizado de todos?Resposta: Sim. Quando se entra no mundo das drogas perde-se a noção de limites.
Tudo passa a ser permitido.
Prostitui-me muitas vezes para conseguir dinheiro e isso talvez tenha sido muito pior que o próprio vício, pois injetar um veneno em suas veias não traz consequências morais tão graves quanto vender seu próprio corpo, por livre vontade, sabendo do ato imoral e insano que se está praticando.
Claro, não estou dizendo que se drogar é melhor que se prostituir, mas que o vício às vezes é irresistível e foge às nossas frágeis forças de resistência física e espiritual, e que o outro ato, neste caso, é perfeitamente evitável se assim o quisermos.
- Como foi sua morte?
Resposta: Já falei que foi por motivo fútil. Um companheiro de infortúnio (que também já está deste lado), atirou em minha cabeça, em uma tola disputa de "ponto".
Ele mesmo se arrependeu logo em seguida, pois um dia tínhamos sido amigos inseparáveis. Mas a droga nos faz enfrentar uma lei que é desconhecida dos homens das leis comuns.
É selvagem e destruidora. Para os drogados não existem barreiras que possam contê-los no momento em que dela necessita.
- Tua desencarnação foi dolorosa?Resposta: Nada senti. Continuei vivo e não compreendia como as pessoas não me viam.
Convivi com os "amigos" por um tempo para depois tomar consciência de minha condição de "morto".
E foi aí que sofri os horrores decorrentes da falta de responsabilidade com a vida.
- Foste amparado?
Resposta: Sim, depois de certo tempo, por familiares.
- E teus pais?
Resposta: Só tomaram conhecimento pelos jornais locais, que alardeiam a miséria e desgraça humanas.
- Que sentimento os animou?
Resposta: Depois eu soube que foi de grande alívio. E assim deveria ser mesmo, pois só trouxe a eles a desilusão e a dor.
- Tiveste uma infância agradável?
Resposta: Tive tudo o que quis. Meus menores desejos eram satisfeitos. Fui rico até a idade de 10 anos, quando houve um reviravolta na vida dos meus pais. Eles separaram-se e eu fui morar com meus avós. Depois aproximei-me mais de minha mãe, no início de meu martírio pelo mundo das drogas.
- E hoje? Visita-os?
Resposta: Não. Estou já bem recuperado, mas não tenho notícias deles. Acho que cuidam de suas vidas e rogo a Deus que cuidem bem, para que não sofram tanto, quando para cá vierem.
- Sofreste aí?
Resposta. Muito. Principalmente ao saber do desperdício que havia sido minha vida.
- Porquê? Tinhas outra programação de vida?Resposta: Sim. Poderia permanecer até a sexta década de vida, com tarefa séria e edificante na área da saúde, oportunidade que me foi dada pelo Alto para redenção de meus débitos.
Mas desperdicei no exercício do livre arbítrio, auxiliado pelas características familiares onde me encontrava. Sequer terminei o curso básico.
A escola foi para mim um palco de minhas farras com outros colegas igualmente dementes.
- Então és um suicida?
Resposta: Sim, no sentido que se empresta a essa palavra, pois fui em parte o artífice de minha morte, mas não com a conotação e a gravidade de um suicida comum. Os drogados são vistos aqui de outra forma.
- De que forma? Vítimas?
Resposta: Sim, em parte, pois na verdade alguns são vítimas da degradação social pela qual passa a humanidade, sem deixar de considerar o livre arbítrio de cada um. A droga é a grande arma destruidora das esperanças dos jovens do mundo inteiro.
- Poderias explicar um pouco mais essa parte?
Resposta: Muitos lançam-se cedo no mundo dos vícios pela falta de base moral familiar, cujos pais não preparam. Cedo, entregam-se a atitudes inadequadas e não são devidamente orientados.
A permissividade existente no mundo atual é mostra de que os pais não estão preparados para construir o homem do futuro.
A droga, sendo uma das formas de escravizar o homem, na verdade é um resultado da ganância desenfreada do próprio homem que destrói seus próprios filhos e assim sucessivamente.
Os grandes donos do esquema arrecadam montanhas de dinheiro que amanhã deixarão para seus filhos, netos e bisnetos, não percebendo que constroem o material e destroem o essencial.
Essas próprias criaturas, para as quais constroem seus impérios, são vítimas e escravos de seu próprio veneno.
Assim é na cidade onde vivi.
- Vives em colônia ou estás em hospital?
Resposta: Encontro-me em colônia próxima à Terra, de acordo com meu grau evolutivo.
- Existem colônias específicas para atender vítimas de vícios?Resposta: Não tenho conhecimento disso, mas meu instrutor diz que aqui são atendidos todos os necessitados da alma, quaisquer que sejam os vícios.
É uma colônia muito grande e onde se encontram muitos jovens.
Naturalmente ainda estamos nessa condição pela nossa pouca compreensão.
A forma física não importa, mas a maturidade de Espírito.
- Ainda podemos perguntar mais coisas?Resposta: Necessito afastar-me por orientação do amigo que me dirige as ações e pensamentos neste trabalho.
Deixo aqui minha gratidão pela oportunidade e que os bons Espíritos amparem todos os homens que um dia pensaram em envenenar-se por desconhecer as leis que regem a vida".
- Um Espírito sofredor, agradecido.
Espírito: Um Espírito sofredor
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
São Luís, MA
Enviado por Marlene Monteiro Peixoto da Rede Amigo.
Fonte 2) programamuitasvidas.blogspot.com
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Uso da Maconha pode estar associado ao transtorno Psicótico
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Estudo que será publicado na edição de Junho da revista Archives of General Psychiatry, segundo a Science Daily, trará conclusões sobre o uso da maconha e sua associação com o início de surtos psicóticos.
Segundo a pesquisa mais de 16 milhões de cidadãos americanos usam maconha regularmente, e tiveram seu primeiro contato na adolescência. Também aponta que nos inquéritos nacionais (EUA) que discorrem sobre saúde mental é comum encontrar o uso de substâncias, principalmente a maconha, entre pessoas com transtorno psicótico.
A Análise foi realizada por Matthew Large e mais três pesquisadores da Universidade de New South Wales e Prince of Wales Hospital, Austrália, pesquisaram 83 estudos envolvendo 8.167 participantes que consumiram a cannabis e 14.352 indivíduos que não consumiam. As conclusões revelaram que pessoas que consumiram maconha desenvolveram psicose cerca de 2,7 anos antes do que aqueles que não fizeram uso.
Para os pesquisadores, os resultados atuais corroboram a tese de que o uso da maconha precipita a esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, possivelmente através de uma interação entre os distúrbios genéticos e do ambiente, ou interrupção do desenvolvimento cerebral.
Fonte: Blog Postado por Consultório de Psicologia Popular
Estudo que será publicado na edição de Junho da revista Archives of General Psychiatry, segundo a Science Daily, trará conclusões sobre o uso da maconha e sua associação com o início de surtos psicóticos.
Segundo a pesquisa mais de 16 milhões de cidadãos americanos usam maconha regularmente, e tiveram seu primeiro contato na adolescência. Também aponta que nos inquéritos nacionais (EUA) que discorrem sobre saúde mental é comum encontrar o uso de substâncias, principalmente a maconha, entre pessoas com transtorno psicótico.
A Análise foi realizada por Matthew Large e mais três pesquisadores da Universidade de New South Wales e Prince of Wales Hospital, Austrália, pesquisaram 83 estudos envolvendo 8.167 participantes que consumiram a cannabis e 14.352 indivíduos que não consumiam. As conclusões revelaram que pessoas que consumiram maconha desenvolveram psicose cerca de 2,7 anos antes do que aqueles que não fizeram uso.
Para os pesquisadores, os resultados atuais corroboram a tese de que o uso da maconha precipita a esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, possivelmente através de uma interação entre os distúrbios genéticos e do ambiente, ou interrupção do desenvolvimento cerebral.
Fonte: Blog Postado por Consultório de Psicologia Popular
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
TRANSTORNO BIPOLAR
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Clínica para reabilitação está pronta para funcionar no HEM Hospital Espírita de Marília
Diário de Marília
Serão repassados R$ 130 mil para implantação e manutenção da clínica no HEM.
Funcionamento da clínica para reabilitação de usuários de drogas, solicitada via ação judicial da Promotoria da Infância e Juventude de Marília, deve ocorrer assim que o Estado enviar ofício ao HEM (Hospital Espírita de Marília) autorizando as internações. Novidade foi comunicada através da Procuradoria do Estado que também determina abertura de unidade em Garça.
“É de grande relevância o Estado ter se mostrado sensível a esta necessidade”, comenta o promotor da Infância e Juventude, Jurandir Afonso Ferreira.
A princípio a clínica no HEM, funcionará em área reformada e separada, com equipe específica composta por médico, psicólogo, assistente social e terapeuta ocupacional. Serão 20 leitos para atendimento aos jovens do sexo masculino, de 14 anos a 18 incompletos.
O diretor técnico do HEM, o médico psiquiatra Juliano Rodrigues explica que o local seria utilizado para ampliação de atendimento da área particular do hospital, mas pela urgência será destinada a clínica. Serão repassados R$ 130 mil mensais para custeio dos gastos de implantação e manutenção da clínica.
A prefeitura deve auxiliar na ampliação dos serviços com a execução de reforma de nova ala no hospital o que aumentará para 30, o número de atendimentos. As obras devem ser concluídas em seis meses.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte2: Site www.antidroga.com.br
Serão repassados R$ 130 mil para implantação e manutenção da clínica no HEM.
Funcionamento da clínica para reabilitação de usuários de drogas, solicitada via ação judicial da Promotoria da Infância e Juventude de Marília, deve ocorrer assim que o Estado enviar ofício ao HEM (Hospital Espírita de Marília) autorizando as internações. Novidade foi comunicada através da Procuradoria do Estado que também determina abertura de unidade em Garça.
“É de grande relevância o Estado ter se mostrado sensível a esta necessidade”, comenta o promotor da Infância e Juventude, Jurandir Afonso Ferreira.
A princípio a clínica no HEM, funcionará em área reformada e separada, com equipe específica composta por médico, psicólogo, assistente social e terapeuta ocupacional. Serão 20 leitos para atendimento aos jovens do sexo masculino, de 14 anos a 18 incompletos.
O diretor técnico do HEM, o médico psiquiatra Juliano Rodrigues explica que o local seria utilizado para ampliação de atendimento da área particular do hospital, mas pela urgência será destinada a clínica. Serão repassados R$ 130 mil mensais para custeio dos gastos de implantação e manutenção da clínica.
A prefeitura deve auxiliar na ampliação dos serviços com a execução de reforma de nova ala no hospital o que aumentará para 30, o número de atendimentos. As obras devem ser concluídas em seis meses.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)
Fonte2: Site www.antidroga.com.br
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